óinóisaquitraveiz
Para que diabos resolvi começar com este blog se não escrevo nada nele? Palmas para o pessoal do blogger, que se dispõe a liberar espaço para mim. E até agora não entendi o por quê de estar escrevendo por aqui.
Pois bem, digamos que eu tenha tido um ano um tanto quanto complicado. Da última vez em que escrevi por aqui eu ainda trabalhava na Netuno, e depois disso tanta coisa aconteceu... recordemos, pois.
Antes, porém, eis a trilha sonora do momento:

Sei que a qualidade da digitalização não é grande coisa, mas dá pra identificar o RTF, né? Pois bem, estou muito bem acompanhado nesta quarta feira, dia 1º de Abril pela super banda do Chick Corea, o Return to Forever. Tiro o chapéu para esse pessoal.
Ando, meio desligado das coisas ultimamente. Será que os 44 anos estão pesando, ou será apenas preguiça por não estar fazendo absolutamente nada de útil que não seja ouvir música e ler? Aliás, que passatempo magnífico. Eu falei do cinema? Ah, tá... Então, coloco o cinema, e sua versão caseira, os Telecines e HBOs da vida. Aliás, ontem religuei a SKY. E confesso que estava com saudades porque dá para verificar que existe vida inteligente na TV, e não sei como aguentei por quase um mês só com canais da tv aberta. Ninguém merece tanta estupidez, ignorância, falta de assunto, etc. No final das contas, devo voltar a pagar a mensalidade.
Saí da sala de aula, e confesso que tenho saudades de alguns momentos em que vivi lá. Tirando alguns detalhes, desagradáveis, por sinal, e que nem gosto de lembrar, a garotada era gente boa, meio bagunceiros, talvez, mas jamais desrespeitosos. Com uma exceção, mas deixa para lá.
E começo sexta feira, dia 3 de abril, em uma nova fase de minha vida, vida de funcionário público. O que irei fazer lá é uma incógnita, mas tudo bem. Pelo menos terei estabilidade, e nesta altura do campeonato é o que importa.
Joe Farrel, Chick Corea, Stanley Clarke... la putcha madre... que tesão de som. Creio que se eu tivesse desenvolvido meu lado musical, se tivese vencido a preguiça, poderia estar fazendo um som como esse que o Chick Corea fazia com essa galera do RTF. Tudo bem que nessa fase não temos mais o Al di Meola, ou até mesmo o Lenny White, mas tudo bem. É muito bom, mesmo assim.
Planos para hoje? Nenhum. Depois do almoço pretendo sentar na frente da TV e assistir a qualquer bobagem que esteja passando nos Telecines, ou sei lá onde mais.
Acabei de ler a série das "Crônicas Saxônicas", do Bernard Cornwell e confesso que fiquei meio decepcionado, pois a história não acaba. E o pior é que nem no site do próprio autor existe algum comentário de que um outro volume esteja sendo preparado. Lamentável. O que ne atrai nesses épicos dele são a riqueza dos detalhes, ele prende o leitor de tal forma, que não conseguimos soltar o livro antes do ponto final. O Livro 4, por exemplo, li em menos de 3 dias. Fazia muito tempo que eu não conseguia impor um ritmo tão forte para a leitura. Agora que venham os livros do Bauman, geniais em sua concepção e originalidade. Sua abordagem é fascinante, e além disso, nos mostra o lado podre desta sociedade consumista em que vivemos.
Acabou o download da Hammerklavier com a Mitsuko Uchida. Estou curioso para ouvir, pois ouvi e li bons comentários. A Uchida sempre foi uma excepcional intérprete, e creio que não vou me decepcionar.
Pois bem, digamos que eu tenha tido um ano um tanto quanto complicado. Da última vez em que escrevi por aqui eu ainda trabalhava na Netuno, e depois disso tanta coisa aconteceu... recordemos, pois.
Antes, porém, eis a trilha sonora do momento:

Sei que a qualidade da digitalização não é grande coisa, mas dá pra identificar o RTF, né? Pois bem, estou muito bem acompanhado nesta quarta feira, dia 1º de Abril pela super banda do Chick Corea, o Return to Forever. Tiro o chapéu para esse pessoal.
Ando, meio desligado das coisas ultimamente. Será que os 44 anos estão pesando, ou será apenas preguiça por não estar fazendo absolutamente nada de útil que não seja ouvir música e ler? Aliás, que passatempo magnífico. Eu falei do cinema? Ah, tá... Então, coloco o cinema, e sua versão caseira, os Telecines e HBOs da vida. Aliás, ontem religuei a SKY. E confesso que estava com saudades porque dá para verificar que existe vida inteligente na TV, e não sei como aguentei por quase um mês só com canais da tv aberta. Ninguém merece tanta estupidez, ignorância, falta de assunto, etc. No final das contas, devo voltar a pagar a mensalidade.
Saí da sala de aula, e confesso que tenho saudades de alguns momentos em que vivi lá. Tirando alguns detalhes, desagradáveis, por sinal, e que nem gosto de lembrar, a garotada era gente boa, meio bagunceiros, talvez, mas jamais desrespeitosos. Com uma exceção, mas deixa para lá.
E começo sexta feira, dia 3 de abril, em uma nova fase de minha vida, vida de funcionário público. O que irei fazer lá é uma incógnita, mas tudo bem. Pelo menos terei estabilidade, e nesta altura do campeonato é o que importa.
Joe Farrel, Chick Corea, Stanley Clarke... la putcha madre... que tesão de som. Creio que se eu tivesse desenvolvido meu lado musical, se tivese vencido a preguiça, poderia estar fazendo um som como esse que o Chick Corea fazia com essa galera do RTF. Tudo bem que nessa fase não temos mais o Al di Meola, ou até mesmo o Lenny White, mas tudo bem. É muito bom, mesmo assim.
Planos para hoje? Nenhum. Depois do almoço pretendo sentar na frente da TV e assistir a qualquer bobagem que esteja passando nos Telecines, ou sei lá onde mais.
Acabei de ler a série das "Crônicas Saxônicas", do Bernard Cornwell e confesso que fiquei meio decepcionado, pois a história não acaba. E o pior é que nem no site do próprio autor existe algum comentário de que um outro volume esteja sendo preparado. Lamentável. O que ne atrai nesses épicos dele são a riqueza dos detalhes, ele prende o leitor de tal forma, que não conseguimos soltar o livro antes do ponto final. O Livro 4, por exemplo, li em menos de 3 dias. Fazia muito tempo que eu não conseguia impor um ritmo tão forte para a leitura. Agora que venham os livros do Bauman, geniais em sua concepção e originalidade. Sua abordagem é fascinante, e além disso, nos mostra o lado podre desta sociedade consumista em que vivemos.
Acabou o download da Hammerklavier com a Mitsuko Uchida. Estou curioso para ouvir, pois ouvi e li bons comentários. A Uchida sempre foi uma excepcional intérprete, e creio que não vou me decepcionar.
