blá, blá, blá...
Já faz calor nesse começo de quinta feira, 01/02/2007. Eis que é janeiro caput. Que venha fevereiro, e que traga boas novas, pois estamos todos no aguardo delas.
Genesis fraquinho, fraquinho, "Invisible Touch", creio que depois disso Mr Collins fez um mea culpa e chegou a conclusão de que chegara no fundo do poço, que se fosse para continuar produzindo merdas do gênero melhor era encerrar a carreira. Não dá para acreditar que esta mesma banda gravou pérolas como "Lamb Lies Down on Broadway" ou o já comentado acima, "Wind and Wuthering". E o melhor também é que ainda não resolveu aderir ao revival que acometeu algumas bandas nos últimos anos... melhor que fiquem deitados em suas poltronas, curtindo a aposentadoria e os milhões que ganharam produzindo lixos como esse. Mr. Collins parece ser alguém sensato, assim como Tony Banks e Mike Rutherford. A alguns anos atrás essa dupla até tentou relançar o Genesis, reza a lenda de que a marca pertence a Tony Banks, mas foi um fracasso retumbante. O vocalista contratado era muito fraco, e não tinha o mínimo de talento comparado a Peter Gabriel ou, ok, ao Phil Collins (talento para fazer dinheiro, bem entendido. Qualidade musical, há de se discutir).
A alguns anos atrás foi lançado um livro que causou um certo furor no mercado, "Psicopata Americano". O personagem era um serial killer que se considerava perfeito, um Narciso em plena Manhatan dos anos 90. O livro chamou a atenção pela riqueza de detalhes com que são descritos esses assassinatos. Comecei a ler, e logo larguei. Não me interessa esse tipo de sub-literatura. Mas o que me chamou a atenção foi a defesa que o personagem faz desta fase do Genesis pós Peter Gabriel. para ele, a banda realmente começou quando aquele saiu. O rockesinho básico que eles produziam era superior às excentricidades e megalomanias da dupla Hackett/Gabriel. Não vou entrar no mérito dessa discussão, por crer que ela é inutil, mas imediatamente associei essa fase a esse livro. Um merece o outro. Ah, justiça seja feita: Hollywood produziu um filme baseado no livro, com o até então desconhecido Cristian Bailey (o novo Batman), que até salva a história com uma caracterização bem feita, e um talento que ainda tinha de ser moldado. E felizmente ele não fala nenhuma besteira do gênero durante filme. Aliás, creio que nem o diretor acreditou... ou até mesmo o autor, cujo nome não me recordo.
Genesis e psicopatas à parte, eis que fevereiro chega de mansinho, quente como janeiro, mas com mais alguns dias de férias a tirar. Planos até tenho muitos, inclusive um pulo em Rio Negro, mas a distância e a estrada não me agradam. Floripa também descarto pela quantidade de turistas que tem por lá nessa época. Se o Paulinho descer, até podemos ir a Balneário Camboriú. Não posso esquecer também de que Maria Luisa e Boris ficaram de voltar à ilha nessa época. Talvez os convidemos para vir a Blumenau, talvez com a Neide, para um passeio. Pomerode, claro, estará no roteiro. Trata-se de uma questão de combinar datas. Time will tell.
Genesis fraquinho, fraquinho, "Invisible Touch", creio que depois disso Mr Collins fez um mea culpa e chegou a conclusão de que chegara no fundo do poço, que se fosse para continuar produzindo merdas do gênero melhor era encerrar a carreira. Não dá para acreditar que esta mesma banda gravou pérolas como "Lamb Lies Down on Broadway" ou o já comentado acima, "Wind and Wuthering". E o melhor também é que ainda não resolveu aderir ao revival que acometeu algumas bandas nos últimos anos... melhor que fiquem deitados em suas poltronas, curtindo a aposentadoria e os milhões que ganharam produzindo lixos como esse. Mr. Collins parece ser alguém sensato, assim como Tony Banks e Mike Rutherford. A alguns anos atrás essa dupla até tentou relançar o Genesis, reza a lenda de que a marca pertence a Tony Banks, mas foi um fracasso retumbante. O vocalista contratado era muito fraco, e não tinha o mínimo de talento comparado a Peter Gabriel ou, ok, ao Phil Collins (talento para fazer dinheiro, bem entendido. Qualidade musical, há de se discutir).
A alguns anos atrás foi lançado um livro que causou um certo furor no mercado, "Psicopata Americano". O personagem era um serial killer que se considerava perfeito, um Narciso em plena Manhatan dos anos 90. O livro chamou a atenção pela riqueza de detalhes com que são descritos esses assassinatos. Comecei a ler, e logo larguei. Não me interessa esse tipo de sub-literatura. Mas o que me chamou a atenção foi a defesa que o personagem faz desta fase do Genesis pós Peter Gabriel. para ele, a banda realmente começou quando aquele saiu. O rockesinho básico que eles produziam era superior às excentricidades e megalomanias da dupla Hackett/Gabriel. Não vou entrar no mérito dessa discussão, por crer que ela é inutil, mas imediatamente associei essa fase a esse livro. Um merece o outro. Ah, justiça seja feita: Hollywood produziu um filme baseado no livro, com o até então desconhecido Cristian Bailey (o novo Batman), que até salva a história com uma caracterização bem feita, e um talento que ainda tinha de ser moldado. E felizmente ele não fala nenhuma besteira do gênero durante filme. Aliás, creio que nem o diretor acreditou... ou até mesmo o autor, cujo nome não me recordo.
Genesis e psicopatas à parte, eis que fevereiro chega de mansinho, quente como janeiro, mas com mais alguns dias de férias a tirar. Planos até tenho muitos, inclusive um pulo em Rio Negro, mas a distância e a estrada não me agradam. Floripa também descarto pela quantidade de turistas que tem por lá nessa época. Se o Paulinho descer, até podemos ir a Balneário Camboriú. Não posso esquecer também de que Maria Luisa e Boris ficaram de voltar à ilha nessa época. Talvez os convidemos para vir a Blumenau, talvez com a Neide, para um passeio. Pomerode, claro, estará no roteiro. Trata-se de uma questão de combinar datas. Time will tell.

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